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Sinbaf

Sindicato Baiano dos Árbitros de Futebol

Sinbaf parabeniza associados pelo Dia do Árbitro Baiano

Nesta quarta-feira (13), os profissionais de arbitragem do estado comemoram o Dia do Árbitro Baiano. A escolha da data coincide com o dia de Santa Luzia, que se tornou a padroeira dos árbitros de futebol.
 
Mais uma vez, o Sindicato Baiano dos Árbitros de Futebol (Sinbaf) não deixou este importante dia passar despercebido. Como de costume, as comemorações aconteceram na tradicional missa de homenagem aos árbitros e à Santa Luzia.
 
A celebração aconteceu na manhã desta quarta, na Igreja de Nossa Senhora de Nazaré, no bairro de Nazaré, em Salvador. Participaram da cerimônia diretores e associados do Sinbaf e seus familiares.
 
A diretoria do Sinbaf parabeniza todos os seus associados pelo dia do árbitro baiano. O sindicato estará sempre ao lado dos profissionais na luta por melhores condições de trabalho e para garantir o que é de direito do árbitro.
 
Santa Luzia - Santa Luzia é invocada pelos fiéis como a protetora dos olhos, que são a “janela da alma”, canal de luz. Ela nasceu em Siracusa (Itália) no fim do século III. Conta-se que pertencia a uma família italiana e rica, que lhe deu ótima formação cristã, a ponto de ter feito um voto de viver a virgindade perpétua. Com a morte do pai, Luzia soube que sua mãe, chamada Eutícia, a queria casada com um jovem de distinta família, porém, pagão.
 
Ao pedir um tempo para o discernimento e tendo a mãe gravemente enferma, Santa Luzia inspiradamente propôs à mãe que fossem em romaria ao túmulo da mártir Santa Águeda, em Catânia, e que a cura da grave doença seria a confirmação do “não” para o casamento. Milagrosamente, foi o que ocorreu logo com a chegada das romeiras e, assim, Santa Luzia voltou para Siracusa com a certeza da vontade de Deus quanto à virgindade e quanto aos sofrimentos pelos quais passaria, assim como Santa Águeda.
 
Santa Luzia vendeu tudo, deu aos pobres, e logo foi acusada pelo jovem que a queria como esposa. Não querendo oferecer sacrifício aos falsos deuses nem quebrar o seu santo voto, ela teve que enfrentar as autoridades perseguidoras. Quis o prefeito da cidade, Pascásio, levar à desonra a virgem cristã, mas não houve força humana que a pudesse arrastar. Firme como um monte de granito, várias juntas de bois não foram capazes de a levar (Santa Luzia é muitas vezes representada com os sobreditos bois). As chamas do fogo também se mostravam impotentes diante dela, até que por fim a espada acabou com vida tão preciosa. A decapitação de Santa Luzia se deu no ano de 303.
 
Conta-se que antes de sua morte teriam arrancado os seus olhos, fato ou não, Santa Luzia é reconhecida pela vida que levou Jesus – Luz do Mundo – até as últimas consequências, pois assim testemunhou diante dos acusadores: “Adoro a um só Deus verdadeiro, e a Ele prometi amor e fidelidade”.
 
*Bibliografia tirada do portal Canção Nova
Foto: Carlos Santana