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Sindicato Baiano dos Árbitros de Futebol

Sinbaf celebra o dia de Santa Luzia, padroeira dos árbitros baianos

Nesta quinta-feira, 13 de dezembro, é celebrado o dia de Santa Luzia. A data também é festiva para os árbitros de futebol da Bahia. 

A santa, protetora dos olhos, é também a padroeira dos árbitros baianos. Por isso, a data também ficou conhecida como "Dia do Árbitro Baiano".

Neste dia 13 de dezembro de 2018, o Sindicato Baiano dos Árbitros de Futebol (Sinbaf) parabeniza todos os seus associados e árbitros de futebol do estado pela passagem da importante data. A diretoria do Sinbaf, em nome do presidente Manoel Nunes Lopo Garrido, agradece a todos pela dedicação no exercício da profissão e na luta pelos direitos da categoria.

Mais sobre Santa Luzia - Santa Luzia é invocada pelos fiéis como a protetora dos olhos, que são a “janela da alma”, canal de luz. Ela nasceu em Siracusa (Itália) no fim do século III. Conta-se que pertencia a uma família italiana e rica, que lhe deu ótima formação cristã, a ponto de ter feito um voto de viver a virgindade perpétua. Com a morte do pai, Luzia soube que sua mãe, chamada Eutícia, a queria casada com um jovem de distinta família, porém, pagão.

Ao pedir um tempo para o discernimento e tendo a mãe gravemente enferma, Santa Luzia inspiradamente propôs à mãe que fossem em romaria ao túmulo da mártir Santa Águeda, em Catânia, e que a cura da grave doença seria a confirmação do “não” para o casamento. Milagrosamente, foi o que ocorreu logo com a chegada das romeiras e, assim, Santa Luzia voltou para Siracusa com a certeza da vontade de Deus quanto à virgindade e quanto aos sofrimentos pelos quais passaria, assim como Santa Águeda.

Santa Luzia vendeu tudo, deu aos pobres, e logo foi acusada pelo jovem que a queria como esposa. Não querendo oferecer sacrifício aos falsos deuses nem quebrar o seu santo voto, ela teve que enfrentar as autoridades perseguidoras. Quis o prefeito da cidade, Pascásio, levar à desonra a virgem cristã, mas não houve força humana que a pudesse arrastar. Firme como um monte de granito, várias juntas de bois não foram capazes de a levar (Santa Luzia é muitas vezes representada com os sobreditos bois). As chamas do fogo também se mostravam impotentes diante dela, até que por fim a espada acabou com vida tão preciosa. A decapitação de Santa Luzia se deu no ano de 303.

Conta-se que antes de sua morte teriam arrancado os seus olhos, fato ou não, Santa Luzia é reconhecida pela vida que levou Jesus – Luz do Mundo – até as últimas consequências, pois assim testemunhou diante dos acusadores: “Adoro a um só Deus verdadeiro, e a Ele prometi amor e fidelidade”.

*Bibliografia tirada do portal Canção Nova

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